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Infonline Chopotó! O Botocudo de Cipó.
Desde: 13/04/2009      Publicadas: 67      Atualização: 06/03/2010

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 Cipotânea - Fatos & Fotos
  27/05/2009
  2 comentário(s)

Apresentando a poética do meu querido amigo cipotaneano Dionísio Donato com sua canitatas cantigas complexas.
Apresentando a poética do meu querido amigo cipotaneano Dionísio Donato com sua canitatas cantigas complexas. Por exemplo: "O Pensamento näo tem idade,
Os que muitos ficam na esfera da cidade näo brincam com o testamento."
A despedida poética do Ser baila na estadia do amanhecer.
Ela tem dor simétrica da beleza.
Quanto mais a gente tem, mais vontade tem da tônica certeza.
O amor é a partida do poeta no entardecer, enquanto sendas flasches
Sedentas sendando em sonoras vibracöes"
Animalis humaniis carregado por tensöes.:
Com duas patas em unicidade,
Anjos envergonhados na dimensäo da dualidade
A complexidade do pensamento vibra o juramento:
Eis, oh verdi veritas vino viola vida
Vitalidade do sentimento ateia fogo da eternal criatividade.
O Pensamento näo tem idade,
Os que muitos ficam na esfera da cidade näo brincam com o testamento.
A felicidade lisa happy monadas numa galáxia fria inconsciente.
Algas ferventes de limo ardente em lama
Nada näo existe, porquê tudo está ocupado
Seja ela com o chá da planta ou libertas de despacho
Fueiro de melro no campo da melodia no compasso
A música canta na Estrada D´ est mond por decreto
ritmo na sinfonia deste espaco
Na rima da alegria por certo, o Halleluiza passo"
Nina a sina do despertar sem auto controle da alvorada.

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Geraldo Felício da Trindade - 5.8.2009 15:57:59
A vida e seus “super-valores”


Geraldo Felício da Trindade - trindadefilosofia@yahoo.com

O mundo é antigo, mas grande parte do que se vive hoje brotou do passado.No caso do Brasil, uma cultura colonial, escravocrata, marcada pela exploração da natureza e por práticas corruptas. De certa forma, sempre houve uma cultura de manipulação e desrespeito. Qual seria o traço marcante cotidiano brasileiro: crianças sendo mortas, corrupção, balas perdidas, pessoas mendigando, milhões de sonegação... Viver está esquisito? Muitos estão se portando acima do bem e do mal como se fossem donos do mundo.

Dinheiro, poder, beleza, nada disso desabsolutiza a finitude da vida. A ciência nunca vai inventar um elixir que ressuscite o corpo morto. A busca desenfreada pelo dinheiro se revela em atitudes corruptas, antitéticas e de esperteza. Estabelecem-se paralelos entre eu e o outro, em uma crise comparativa do valor pecuniário e posição social. Desejar o que é do outro tornou-se mania, que destila veneno na alma.

A dita inveja, de tão cruel e perigosa aplaude as injustiças em detrimento da justiça, de valorização daqueles que, mesmo com caráter duvidoso chegam aos altos postos.

A pactuação com o jogo sujo, de certa forma vai matando a esperança dos brasileiros. Vive-se à espera de um futuro em meio à deslealdade e valores supérfluos. Faz tempo que os meios de comunicação imitam a realidade, invadem as casas e impõem condutas, pensamentos e valores nem sempre éticos modificando os mais puros desejos e sentimentos. Cada vez mais, a sociedade vai se tornando apaixonada pelo virtual, banal e frívolo.

Aqueles que pautam suas vidas pela virtualidade dos meios de comunicação, não assimilaram que desapontamentos e sofrimentos fazem parte de suas vidas. Imitam de tal forma a ficção, que estão em constante atitude de revanche e vingança quando se sentem desfavorecidos e ameaçados. Cultua-se o rancor entre os adultos e as crianças. A autodefesa é conceito de valor repassado às crianças, confundindo agressividade com instinto de auto-preservação.

Muitos sonham com o amor, com a amizade, com a família e com o afeto, mas o moderníssimo mundo é frio, congelante e distante. Nada é mais cruel do que a convivência desleal e marcada pela desconfiança. Como é bom relaxar e desarmar o coração.Amar aqueles que merecem o amor; amar sem esperar recompensas. Tal atitude perdeu sua presença ativa porque a tendência é relativizar as relações e absolutizar a compra e a venda. Quer-se projetar nas relações o que ocorre na lei de mercado.

As relações intersubjetivas exigem, fundamentalmente, autenticidade. Nesse processo, as manipulações e falsidades não têm lugar.A relação sadia é elixir para alcançar a alegria verdadeira. Além dessa relação distorcida entre os homens, esses acabaram por correr desenfreadamente na busca de um adjetivo, que se transformou de individual para geral. Todos padecem das mesmas escolhas.

Os pais já não têm tempo de educar seus filhos e cobiçam os bens de seus vizinhos e conhecidos. Esquecem-se de que quanto mais pautam suas vidas pelo consumo mais se tornam inseguros. Acreditam ser mais felizes não com o que têm, mas sonham com o que é do outro. Olvidam que o sentido da vida está onde menos se espera. Conquistar, usufruir, tornam-se verbos usados diariamente, gramaticalmente corretos ou não.

Vive-se a era do útil, do apolítico, do apático, do neutro. Nessa rotina do “tô nem aí” ou “pouco importa”, o amor nasce velho, pois o “ficar” e o “pegar” o tornou retrógrado. A amizade verdadeira é desacreditada e a ternura tornou-se banal. É preciso que se busque o belo na vida, resgatá-o, por exemplo, na sabedoria, na música, na arte, na literatura; ou seja, como expressão essencial da vida. Basicamente é repensar a vida e procurar vê-la sob um novo olhar.


Mané do Corgo - 28.5.2009 05:04:01
Gostei muito de seus pensamentos.
Vai aí uma mensagem e um texto que escrevi. Abracos,
Eu que agora que estou sozinho no meu quarto posso deleitar de minha experiencia da liberdade no dia a dia.
Eu que sou um despatriarcado na varanda de vanilla panoramando pérolas
Eu que…

O dia imaculado
O dia manchado
A noite margurada
Treva apaixonada

Eu näo tenho medo de viver e muito menos de morrer, mas tenho medo dos homens. Deste eu tenho muito medo, porque se acabrunha em costeiras com cores variadas me esteiras ablumada de plumpes.

Deixe me estar somente numa morada onde os deuses habitam vorazmente algozes na esteira do deus furioso que arranca a espada cortando queijos me aluminos de cevada.
E devagareando num dia me que eu encontrar uma pátria para poder me amar, una pater nostra que näo nos necessitamos recearmos nossos rostos e nem esconder nossos pratos com palavras de escamoteio do ser aí oi to alá.
Por que näo nos arcamos com o risco no parapeito do Paracelsus de ceres no ser arcádico Ar-Polos?




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